Histórias Reais de Terror da Produtividade

Em um de nossos clientes, após instalar o TIME IS MONEY, o empresário descobriu um “segredo corporativo” de tirar o sono: das 8 horas que ele pagava, vários colaboradores estavam trabalhando mais para eles mesmos — ou para a concorrência! Sim, meus amigos, eram 5 horas dedicadas ao ‘autoemprego’ e só sobravam 3 míseras horas para o pobre empresário! Ele pagava por 8 horas de suor e recebia de volta 3 horas de “depois eu faço”. Mas aí veio a cereja do bolo: ao instalar o TIME IS MONEY, o empresário descobriu a traição suprema. Alguns colaboradores estavam trabalhando para o concorrente dentro da própria empresa! Sim, a concorrência não estava do lado de fora, ela estava comendo salgadinho na copa e, quem sabe, usando a impressora para os próprios projetos! Além de perder clientes (afinal, o “inimigo” estava tomando cafézinho na sala ao lado), o empresário estava literalmente pagando a concorrência para afundar o próprio barco! E o melhor (ou pior?): ele ainda perdeu milhares de reais em tempo, porque, como todos sabem, tempo é dinheiro — e esse empresário estava gastando o dele para financiar uma “filial do concorrente” dentro do próprio escritório!

Em um de nossos clientes, após a gloriosa implantação do TIME IS MONEY, a empresa descobriu uma verdadeira “arte oculta” entre os colaboradores: passar horas e horas no WhatsApp e nas redes sociais! Imagine só… Tarefas atrasadas, prazos estourando, e os dedos correndo soltos no teclado — só que para mandar memes e stories!

O gerente, claro, tinha sempre uma desculpa na ponta da língua: “A culpa é da falta de colaboradores! Precisamos contratar mais gente, chefe!” E lá ia o empresário, acreditando que o problema era a escassez de mão de obra.

Mas aí, entrou em cena o TIME IS MONEY. Em questão de dias, o empresário viu a verdade nua e crua: alguns colaboradores estavam furtando tempo! Não satisfeitos em apenas atrasar processos, eles ainda queriam aumentar a equipe! Que ousadia! Resultado? O empresário mandou embora aqueles que não queriam largar o zap-zap e, para a surpresa de todos, não precisou contratar ninguém para substituir.

E sabe o que é melhor? Os colaboradores que ficaram viram que as redes sociais estavam oficialmente fora do cardápio diário e, de repente, milagrosamente aumentaram a produtividade!

Antes do TIME IS MONEY, a empresa tinha 36 funcionários. Depois da revolução, com o uso da nossa ferramenta mágica, o número de funcionários caiu para 32, mesmo com o aumento de contratos e serviços. Tempo é dinheiro, e com o TIME IS MONEY, seu tempo rende mais, seu dinheiro aumenta, e o lucro acompanha o ritmo!

Imagine este cenário assustador: você acredita que seus colaboradores estão trabalhando diligentemente, mas, na realidade, muitos estão usando o expediente para outros empregadores, para si mesmos ou, ainda pior, para o seu concorrente. Você gostaria de saber a verdade?

A realidade é sombria. Como empresário, você arca com os altos custos ativos e passivos da CLT, acreditando que seus funcionários estão contribuindo para o crescimento da sua empresa. Mas e se, na verdade, eles estiverem enriquecendo seu concorrente com as horas de trabalho que você está pagando? Sim, você está financiando o sucesso do seu rival e pode nem perceber! E o mais apavorante? Isso acontece muito mais do que você imagina.

Coloque o TIME IS MONEY e revele a verdade sombria que pode estar espreitando na sua empresa.

Agora, imagine outra cena aterradora: seus colaboradores, CLT ou não, passam o dia inteiro fazendo aplicações financeiras pessoais ou outras atividades alheias, enquanto as tarefas que realmente importam ficam atrasadas. Isso acontece mais vezes do que você pode imaginar, e cada minuto que passa é uma perda silenciosa.

E aqui está o verdadeiro vilão: as redes sociais. O maior ladrão do mundo, furtando silenciosamente o tempo e o dinheiro da sua empresa. Instagram, TikTok, WhatsApp — essas plataformas estão sugando as horas que você paga, deixando suas metas e prazos à mercê do descaso. Quantas horas você está desperdiçando sem saber? Quantas vezes seus colaboradores deixam de produzir enquanto navegam nas redes?

Você gostaria de saber a verdade? O TIME IS MONEY vai desmascarar quanto tempo é furtado da sua empresa, expondo o impacto devastador das redes sociais no desempenho da sua equipe.

Proteja-se antes que seja tarde demais. Seu tempo é dinheiro, e está sendo roubado diante dos seus olhos!

Em uma grande empresa de publicidade, você sempre encontrará muitos designers gráficos. E aí mora o grande perigo! Sabe por quê? Porque designer gráfico é um ser raro, quase místico, e sempre tem empresas desesperadas batendo à porta deles para fazer “uns freelas rápidos” fora do expediente. O problema? Bem, o “fora do expediente” virou “durante o expediente”!

Nessa agência em particular, os pedidos de freelas vinham em enxurradas. E o que os designers faziam? Atendiam a todos! Mas, claro, durante o expediente, com aquele jeitinho multitarefa: “Renderizando aqui pro chefe, e ali pro cliente secreto”. Resultado: a produtividade foi dar uma volta e nunca mais voltou. Era como se todos os designers tivessem secretamente duas vidas — uma para a agência e outra para o “freela-verse”.

Foi então que o Time is Money entrou em cena, tipo um super-herói. Ele deu um basta nessa “sangria desatada” de horas de trabalho voando pela janela para projetos paralelos. A agência finalmente conseguiu estancar a perda de produtividade e trouxe seus designers de volta à realidade: trabalhar no que eles foram pagos pra fazer!

Agora, os freelancers são fora do expediente, e a agência respira aliviada sabendo que o Time is Money está lá, vigilante, garantindo que os designers não estejam em uma “missão secreta” durante o horário de trabalho.

Em um escritório de contabilidade que instalamos o Time is Money, descobrimos algo surreal: vários colaboradores estavam, sim, trabalhando na tarefa certa, mas usando a ferramenta errada. Como assim? Nosso sistema revelou que as conciliações contábeis da conta bancária eram feitas no Excel, aquele bom e velho guerreiro, e não no ERP contábil caríssimo, que custou milhares de reais só para ser instalado e ficar ali, pegando poeira virtual.

Era como se eles estivessem tentando cortar concreto com um facão cego! E o mais impressionante? Eles não só faziam isso, como o faziam religiosamente todos os dias. Se não fosse o Time is Money, o pobre contador jamais descobriria que seu funcionário passava horas a fio, todos os dias, lutando bravamente no Excel para conciliar as contas bancárias, enquanto o ERP, que fazia o serviço em um piscar de olhos, estava lá… de braços cruzados.

Aí veio a melhor parte: o Excel tomava 9 dias do pobre colaborador para fazer a conciliação de uma empresa. Já o ERP? Fazia o trabalho em um dia e meio! O mistério foi resolvido quando o contador descobriu que o funcionário nem sabia que esse recurso existia no ERP. Ele veio “treinado” da empresa anterior… ou melhor, “viciado” em fazer tudo no Excel. Então, naturalmente, ele só continuou fazendo o que sempre fez: navegar no mar dos milhões de células do Excel.

E o resultado dessa jornada épica? O contador estava perdendo quase 8 dias de trabalho desse colaborador, o que resultava em um prejuízo mensal de cerca de R$ 800 — tudo porque o pobre coitado estava lá, cortando o concreto digital com o facão mais cego do mercado.

Moral da história: O Time is Money é o Sherlock Holmes das ferramentas de trabalho!

Após uma palestra do nosso CEO em um evento promovido pelo Sescon-RJ, um empresário contábil, já com o peso da idade estampado em seu rosto, se aproximou devagar, com os olhos baixos, e disse em um sussurro quase quebrado: “Se eu tivesse conhecido essa ferramenta antes, talvez… eu não tivesse perdido mais de 40 clientes no meu escritório…” Nosso CEO, surpreso e comovido, perguntou: “Como isso aconteceu?”

Com uma expressão de tristeza profunda, o empresário contou sua história. Durante anos, dois funcionários de sua confiança, pessoas com quem ele dividia o trabalho e os sonhos de seu escritório, conspiravam silenciosamente. Eles, pelas sombras, estavam migrando seus clientes, pouco a pouco, para o escritório que montaram secretamente. De forma sutil e cruel, os clientes eram instruídos a sair com desculpas variadas: “o custo está muito alto”, “encontrei outra empresa”, qualquer justificativa para esconder a traição. E ele, inocente e dedicado, acreditava nas mentiras, sem nunca suspeitar da trama que se desenrolava debaixo de seu próprio teto.

Quando finalmente descobriram, já era tarde demais. Os dois funcionários, agora com uma base de clientes sólida, abandonaram o escritório, deixando para trás um rastro de destruição. O empresário ficou sozinho, com seu escritório vazio, soterrado por dívidas e pela dor da traição. O que um dia foi seu legado de anos de trabalho árduo, agora estava em ruínas.

“Se eu tivesse o Time is Money… talvez eu pudesse ter visto isso antes. Talvez… eu não estivesse aqui agora, com um buraco tão grande na alma e nas finanças do meu escritório”, ele murmurou, com lágrimas nos olhos, enquanto nosso CEO apenas escutava, sentindo o peso daquelas palavras e a amargura do arrependimento que marcava cada uma delas.

O contador saiu lentamente, com os ombros curvados pela culpa de não ter percebido a conspiração, carregando consigo o fardo de uma vida de dedicação que foi desfeita, cliente por cliente, dia após dia, até restar apenas as cinzas de um sonho que um dia foi próspero.

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Os prejuízos causados pelas redes sociais

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